Papéis do dono do Snapchat não tiveram desempenho previsto após IPO, no ano passado, e frustam investidores

 

Parece que foi ontem, mas já se passou um ano desde que o Snap (SNAP) – dono do Snapchat – estreou na bolsa de Nova York, nos Estados Unidos. Apesar das projeções otimistas e estimativas de uma grande valorização das ações da companhia, o ano pode não ter sido tão bom quanto se esperava para os investidores do Snap.

 

 

Após uma intensa disputa trava da pelos investidores pelos papéis do Snap em sua oferta pública inicial de ações (JPO), a valorização das ações da empresa deixaram a desejar, subindo apenas US$ 1,00 em um ano., a US$ 18,00 por papel. O preço é bem diferente daquele visto no início de março, quando as ações do Snap chegaram a atingir um topo máximo de US$ 27,09.

De lá para cá, as ações despencaram em meio a alguns momentos de recuperação. Em agosto do ano passado, os papéis do dono do Snapchat chegaram a ser negociados na bolsa norte-americana a US$ 11,83. Segundo o site Investing.com, a variação anual da ação do Snap permanece negativa em 33,52%.

 

Expectativa e frustração

Quando estreou em Nova York, o Snap Inc surfava na popularidade do seu aplicativo de redes sociais Snapchat, que chegou a ser visto como uma grande ameaça ao Facebook. A expansão da base de usuários ao longo de 2017, no entanto, não atendeu às expectativas do mercado, dificultando a manutenção das ações da empresa em patamares elevados.

Recentemente, os papéis da Snap despencaram de US$ 20,75 para baixo de US$ 16,32 logo após a meia-irmã de Kim Kardashian, Kylie Jenner, afirmar que deixou de utilizar o Snapchat. O comentário custou ao Snap uma perda de US$ 1,3 bilhão.

Por enquanto, a valorização das ações do Snap se mantém no patamar dos 5% em relação ao preço do IPO; no período, o índice S&P 500 acumulou valorização de 12%. Resta saber agora se existe ainda um futuro promissor para a companhia e seus investidores.