O ano de 2018 já está quase batendo à nossa porta, mas muitos investidores ainda não decidiram onde alocar seu capital no ano que se inicia, principalmente por conta das eleições presidenciais no próximo ano.

Se você também não sabe onde investir em 2018 descubra por que investir nos EUA no ano que vem e aproveitar todas as oportunidades que o maior mercado do mundo pode oferecer aos traders e investidores de todo mundo. Boa leitura!

Rali no mercado financeiro

O principal motivo para apostar no mercado norte-americano é o forte rali que o mercado financeiro tem vivido durante todo o ano de 2017, com índices das bolsas acumulando recordes positivos e ações de grandes empresas se valorizando. E engana-se quem acredita que a alta do mercado dos EUA foi restrita a 2017, já que os últimos 8 anos foram marcados por forte recuperação da crise de 2008.

Para se ter uma ideia, o retorno de investimento nas ações do S&P 500 ficou em 12,5% em 2016. Entre os primeiros dias de novembro de 2016 e o início de novembro de 2017, o índice Dow Jones avançou cerca de 31,6%!

Assim como foi em 2017, as projeções também são positivas para o mercado dos EUA em 2018, principalmente por conta da expectativa da aprovação da reforma tributária no Senado, e pela possibilidade de manutenção do crescimento econômico norte-americano – apesar da chance de correções.

O maior mercado do mundo

A força do mercado norte-americano – o maior do mundo – é gigante. O mercado financeiro do país é o mais eficiente, flexível e desenvolvido do mundo, oferecendo amplo acesso a capital e financiamentos de diversos tipos.

Além disso, a economia norte-americana é sólida e os EUA possuem uma forte tendência à recuperação real e durável frente às adversidades ao longo dos anos – diferente dos mercados emergentes, por exemplo, que precisam de um tempo significativamente maior para recuperar-se de complicações políticas e/ou econômicas.

Inúmeras opções para traders e investidores

O mercado norte-americano oferece uma ampla gama de opções para todos os tipos de traders e investidores, como mercado futuro, fundos de índice (ETFs), ações, ADRs, um amplo mercado de opções, etc.

Além disso, os Estados Unidos abriga muitas das maiores empresas do mundo, como Amazon, Apple, Google, Facebook, Microsoft, IBM, entre tantas outras.

Juros em expansão

O aumento dos juros nos EUA – como aconteceu em 2017, também deve incentivar ainda mais investidores a realizar aportes na economia americana – especialmente em produtos de renda fixa – em 2018.

As projeções de lucros por ação das empresas nos Estados Unidos são bastante positivas para 2018 – assim como foi em 2017, e podem se configurar como opções interessantes para quem deseja investir no mercado de ações norte-americano.

Mercado dos EUA x Mercado Brasileiro

O mercado brasileiro vem se recuperando levemente da pior recessão da história do país, mas os problemas ainda persistem. O déficit fiscal e um cenário eleitoral extremamente incerto, no entanto, são fatores que podem gerar ainda mais dificuldades para o país e trazer grandes incertezas para o futuro.

Isso porque muitos possíveis candidatos à presidência do Brasil são contrários às reformas necessárias para manter uma situação, no mínimo, mais estável no país – alimentando cada vez mais um cenário negativo, que pode se intensificar no caso da vitória de um destes candidatos.

Em situações de incertezas, é fundamental encontrar proteções para o patrimônio, por meio de diversificações no mercado internacional. Esta é uma realidade ainda pouco comum aos brasileiros, mas a diversificação de investimentos – que diminui a volatilidade da carteira – é bastante freqüente entre investidores estrangeiros.

Por conta do cenário de dúvidas e muitas possíveis oscilações no ano de 2018 no Brasil, é ainda mais importante se conscientizar da necessidade de alocar parte do capital em economias mais sólidas e estáveis.

Nesta situação, o mercado dos Estados Unidos se mostra como a opção mais consistente e segura para investidores brasileiros alocarem parte do seu capital e obter bons rendimentos em 2018.