Papéis da Nike atingiram máxima histórica de US$ 81 no final da semana passada, mas sofreram leve correção nas sessões seguintes

 

As ações da Nike voltam a subir nesta sexta-feira (6), após atingirem a máxima histórica de US$ 81 no final da semana passada. Depois de uma leve correção do papel nas últimas sessões, as ações avançavam 0,20% nas primeiras horas da sessão norte-americana, sendo negociadas a US$ 76,70.

Na última sexta-feira (29), as ações da maior empresa de calçados do mundo saltaram acima de 12% após a divulgação de sólidos resultados trimestrais nas vendas para a América do Norte e consolidação de projeções otimistas para 2019.

De acordo com a Nike, as vendas na América do Norte avançaram 3,3% no segundo trimestre, após acumularem quedas na maior parte do ano até aqui. Os resultados foram impulsionados, em grande parte, pelo foco da empresa em sua plataforma digital e o lançamento de novos modelos de tênis e pela expansão nas vendas globais de tênis clássicos que, segundo pesquisas da indústria, subiram 10% no ano passado.

 

Preço-alvo elevado

As previsões de forte crescimento para a Nike no próximo ano e resultados trimestrais acima do esperado fizeram ao menos 14 analistas de Wall Street elevarem o preço-alvo para ações da companhia para uma média de US$ 81,00 – ante os US$ 75,00 fixados no mês passado.

Para analistas do Credit Suisse, os resultados sólidos da Nike provam que anos de “falhas de distribuição, estoques inchados, inovação sem brilho e perdas de participação de mercado” ficaram para trás”.

Nas primeiras horas da sessão norte-americana desta sexta-feira (6), os papéis da Nike avançavam 0,29%, sendo negociados a US$ 76,70 e levando a capitalização estimada da companhia a US$ 123 bilhões. Em um ano, a variação das ações da Nike no mercado dos Estados Unidos foi de 33%, segundo dados da Investing.

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