De acordo com a agência Bloomberg, futuro para os mercados emergentes permanece incerto e sombrio

 

O segundo trimestre de 2018 foi bastante turbulento para os mercados emergentes – que amargaram o pior trimestre desde 2015, de acordo com a agência de notícias Bloomberg. Um cenário bastante diferente das projeções entusiastas do início do ano para países emergentes – que pode se manter nos próximos meses.

Segundo a Bloomberg, uma mudança de direção para países como o Brasil no curto prazo não pode ser identificada no momento. Isso ocorre porque, além dos temores em todo o globo sobre uma possível guerra comercial entre EUA e China e do aperto monetário nos Estados Unidos – que impactam os mercados mundiais, países emergentes deverão ser impactados neste ano pelas eleições (principalmente na América Latina) e pela piora nas projeções para o crescimento econômico global.

Diante destas perspectivas, o investidor acaba se mantendo pouco otimista em aportar em países como o Brasil – apesar das oportunidades, principalmente no mercado de ações e títulos. O temor dos investidores em relação aos países emergentes tem fundamento: recentemente, Citigroup, Morgan Stanley e Goldman Sachs Group alertaram para novas perdas nos mercados emergentes para os próximos meses.

Dados recentes também corroboram com o desânimo do investidor sobre os emergentes. Um recente levantamento feito pelo Instituto de Finanças Internacionais (IIF) mostrou que a saída líquida de capital de investidores estrangeiros em economias emergentes chegou a US$ 12,3 bilhões no mês de maio. Foi a maior fuga de investimentos estrangeiros desde novembro de 2016.

 

O temor da guerra comercial

O temor global diante de ameaças de uma guerra comercial entre Estados Unidos e China também pode aumentar a pressão sobre os emergentes, de acordo com a Bloomberg.

O motivo desta pressão seria um provável impacto da guerra comercial no crescimento global, que poderia trazer ainda mais escuridão aos emergentes – em especial àqueles dependentes de exportação. Essas somas de fatores fazem do futuro um ambiente incerto e sombrio para os mercados emergentes ao redor do planeta.

 

Investindo em economias mais sólidas

Diante das incertezas que rondam os mercados emergentes, investir em economias mais sólidas e seguras, como os Estados Unidos, pode ser uma excelente opção para proteger seu patrimônio e diversificar os investimentos.

O mercado dos EUA é acessível para qualquer investidor que deseje investir parte dos seus recursos fora do Brasil, sendo possível realizar aportes em uma infinidade de opções de investimentos nas bolsas norte-americanas, que vão desde ações até ETFs.

Além disso, o aumento dos juros no mercado norte-americano permite aos investidores aproveitar não apenas boas oportunidades no mercado de renda variável, mas também fazer aportes em investimentos de renda fixa, que se tornam mais atrativos em um cenário de aumento dos juros.

Se você deseja proteger seu patrimônio e diversificar seus investimentos fora do Brasil, este é um excelente momento para dar seus primeiros passos no exterior e aproveitar todas as oportunidades que somente o maior mercado do mundo pode lhe oferecer.